CRY BABY

Era uma garota, mas como? E por que?, Roko parou algum tempo pra raciocinar, mas enquanto ele pensava a garota partia pra cima da criatura, e só com um soco arremessa o monstro para o outro lado da sala fazendo um estrago enorme com a queda do mesmo, então ela falou para a criatura:

-Como você ousa mostrar seu rosto feio aqui? Eu sou Millie e vim para executar você, não irei perdoar aquele que tirar vidas inocentes… ~Millie

💮 Ficha 💮

NOME:

•Sieun/Millie 

SOBRENOME:

•Kim

Então a garota vê o monstro se levantando e novamente pula pra cima do mesmo, o dando um chute de calcanhar fazendo o chão estremecer e o monstro afundar nele, que deixa um grande buraco na biblioteca, logo em seguida voltando-se para trás, mas o monstro da uma investida contra a mesma a arremessando ao outro lado da biblioteca, causando grande impacto sobre as prateleiras na qual ela foi jogada violentamente para cima, ao se levantar a criatura foi para onde a menina havia sido arremessada então a menina recebe a criatura com soco em baixo do queixo, deixando o monstro atordoado, e em seguida ela pega uma mesa e joga contra a cara da criatura a atingindo em cheio, a criatura então se senta ainda meio fora de si, a garota agora puxa uma katana de suas costas, preparando-se para decapitar a criatura, então a criatura começa a se desfazer e ficar menor então da mesma saem vários outros monstros menores mas ainda sim horríveis também, e assim a criatura se refaz agora quase com a mesma altura da garota e com seus clones indo em direção a mesma, que com um só ataque corta a cabeça de todos, porém eles começam a se multiplicar ainda mais, cada cabeça cortada regenera mais duas criaturas menores, então a criatura maior continua a se multiplicar ainda mais, então os outros estudantes que já estava a certo tempo cientes, começaram a gritar, Roko também se lembrando que está ali, começa a pensar em como fugir dali.

Então a criatura ao notar a presença de mais duas pessoas começam a mandar seu pequenos clones irem buscar as mesmas, a garota então se coloca na frente das criaturas e as arremessa para longe jogando uma outra mesa que acaba por acertar todas de uma vez, Roko que já não queria mais ficar ali por nem um minuto, começa a pensar em como escapar de qualquer forma, Roko não sentia medo de verdade, só sentia repulsa por estar ali, Roko não gostava de ter que escolher nada, se tivesse que escolher entre dois tipos de comidas diferentes ele escolhia não comer, sempre tentando ser imparcial e não querendo se envolver demais em nada, nunca se indicava a nada, e não gostava de nada em particular, para ele era mais fácil sentar e esperar as pessoas decidirem a vida dele, por isso, que ele estava onde não queria, fazendo o que não queria, sendo quem não queria, em parte por não ter motivações para criar algo que pode rapidamente deixar de existir e em parte por simplesmente não ligar pra nada, ele só usava as pessoas e também deixava as mesmas o usar, era como se ele fosse um fantoche sem uma mão, sem vida e vazio, ele pensava “por que me ferir se eu posso simplesmente ignorar” então sem nada a perder saiu de onde estava escondido e começou a correr em direção a porta, enquanto corria, ele conseguia ver as pessoas desesperadas e a garota lutando contra os monstros, então ele teve um breve esclarecimento mental, “ela não precisa estar aqui, mas ela está.” Talvez ele não precisasse nem estar ali, mas algo o dizia pra ajudar, e então ele finalmente chegou até a porta, ele tinha duas escolhas, sair e se salvar ou ficar e tentar ajudar, ele não tinha nada haver com aquilo tudo, não era culpa dele, e ele nem queria estar ali, mas dessa vez ele não podia escolher um caminho imparcial, ele só podia ou se salvar ou tentar salvar os outros, então enquanto ele pensa, uma memória borrada lhe vem à mente, alguém em um flashback nebuloso lhe dizia “ajude os outros com toda sua força e mais a frente o outros podem te ajudar com a mesma força” então após isso por alguma razão, pegou um livro, e disse pra si mesmo que poderia se arrepender disso, mas que já era tarde mesmo, então mirou e acertou bem na cabeça do monstro chefe, e gritou:

-EIII! VOCÊ AÍ! COISA FEIA VEM ME PEGAR! ~Roko

-VaI Se ArREpenDer dE NãO tEr EsCaPAdo enQUanto PoDIa ~Criatura

Disse a criatura voltando toda sua atenção para Roko, a sua voz estava ainda mais distorcida, então todos os clones menores do monstro começam e retroceder indo em direção a Roko, então a garota podendo novamente focar na criatura principal, se movimenta rapidamente e arrancá as cortinas da parte superior da biblioteca, então com um livro pesado ela faz um mangual, no qual ela arremessa e lança a criatura maior contra as paredes e janelas, fazendo um estrago bem grande:

-Ei, não se esqueça de mim!~Millie

“E vocês dois desçam e fujam o mais rápido possível” disse ela aos outros dois alunos, então eles desceram e se dirigiram a outra saída, enquanto isso Roko via os outros monstros vindo em sua direção e corria porta afora, como todas as saídas levavam para o mesmo corredor Roko acabou se encontrando com os outros alunos, então os três começaram a correr e logo atrás um tsunami de pequenos monstrengos, vindo em sua direção, então ao em vez de seguir até a saída o pânico fez os outros dois subirem as escadas para o segundo andar da escola, e Roko os seguiu também.

Já no andar de cima Roko e os outros acharam o armário de serviços, então pegaram alguns esfregões e vassouras para tentar conter as criaturas, até que elas os cercaram em um corredor sem saída, Roko foi para cima e acertou algumas as jogando pra longe, mas elas continuavam avançando então os outros seguiram o embalo de Roko e começaram a contra atacar, então Roko olha para o lado e vê, um machado para incêndios em uma pequeno depósito de vidro, usando sua vassoura pra quebrar o vidro Roko retirou o machado, então começou a desferir golpes fortes nos monstros mas eles começaram a se multiplicar e multiplicar cada vez mais, agora de uma monstro saiam mais quatro, então os outros dois alunos foram pegos, e Roko ao se distrair por isso, perdeu o machado para as criaturas, então desarmado Roko começou a ver que iria morrer ali mesmo, mas ele também via os alunos pedindo socorro a ele, e ele sem poder fazer nada, se interviesse morreria junto, e não podia fugir mas, então aqueles dia voltaram a tona.

Um dia qualquer no meio do ano letivo a professora anuncia, que nossa classe tinha um aluno novo, eu até então estava fingindo dormir, ele se apresenta como Bane, até que a professora diz a ele que pode se sentar a meu lado, eu por alguns segundos o centro das atenções, levantei a cabeça, assim que ele sentou abaixei novamente, então escuto do meu lado:

-Psiu, ei, eu sei que você não tá dormindo… ~Bane

-idaí? ~Roko

-Idai, que eu preciso de um guia, para conhecer a escola melhor, e também preciso arranjar novas amizades, não quero ser o “novato” pra sempre, eu tenho que recuperar matéria perdida, tirando que eu…. ~Bane

-Ei! Eu só tenho uma coisa ~Roko

-O que? ~Bane

-Preguiça ~Roko

Esse foi nosso primeiro diálogo, na saída ele me seguiu e tentou puxar assunto, mas eu dei um gelo nele, no dia seguinte à mesma coisa, até que eu decidi falar com ele, então no recreio fui até onde ele costumava ficar, na escadaria perto do banheiro, lugar meio estranho pra se comer aliás, mas enfim, quando cheguei o vi lá:

-Ei! Por que você fica me perseguindo? Você é tipo, homossexual? ~Roko

Ele engoliu rápido o que estava comendo e começou a rir e ao mesmo tempo se engasgar:

-Do que você tá rindo? Eu te fiz uma pergunta séria idiota! ~Roko

-Ah, haha, desculpa, é que foi muito engraçado, de verdade ~Bane

-Então vai me responder? ~Roko

-Tá, tá eu vou te responder… ~Bane

-Então…? ~Roko

-Eu só te segui para ser seu amigo, por que você é órfão não é? ~Bane

-Idai? Só porque sou órfão não quer dizer que eu seja solitário e sofredor… ~Roko

-Eu sei, é que eu acabei de ficar órfão também… ~Bane

-Sério? ~Roko

-Sim, meu pai e minha mãe morreram em um acidente de carro duas semanas atrás, e eu vim morar com minha vó que mora por aqui… ~Roko

-Ah, desculpa, eu sinto muito, eu não sabia, desculpa… ~Roko

-Não tem problema, afinal você tá falando comigo agora né?! Já é alguma coisa ~Bane

-Nem se anima tô vazando…~Roko

-Ei espera por mim… ~Bane

Desde daquele dia ele não largou do meu pé, e no final acabei me acostumando com ele, então algumas semanas depois, tudo começou, rumores e mais rumores ruins sobre Bane começaram a se espalhar pelas classes, diziam que ele tinha engravidado uma garota de sua antiga escola, outros diziam que ele foi expulso por espancar os meninos da sua antiga escola, e que pra fugir disso tudo mudou para a nossa, eu não liguei até por que eu conheço as “peças raras” da minha escola, continuei a fingir que nada estava acontecendo, então em um dia, na hora da saída, vimos que alguém havia jogado todos os materiais de Bane na lama fora da escola, Bane quando viu isso ficou petrificado olhando:

-Que bastardos! O que eles estão pensando? Quando eu pegar eu vou… ~Roko

-Deixa pra lá Roko, bullying clássico, não tem importância ~Bane

-Mas é seus materiais? ~Roko

-Os que derem de salvar eu reutilizo, os que não derem eu compro de novo, mas não tem problema ~Bane

Dizia aquilo tudo enquanto sorria gentilmente, parecia mesmo não se importar, mas tudo só piorou, os bullyings só aumentaram, um dia sumiram com a sua bolsa, em outro colocavam lixo no armário dele, em outro enchiam sua garrafa de água com molho de pimenta, até que começou a ficar mais pesado, xingavam ele a todo momento, pegavam suas coisas a todo momento e destruíam, batiam nele, chegaram a raspar uma de suas sobrancelhas, tudo por causa desse rumor que muito provavelmente foi só um comentário de uma pessoa que não tinha o que fazer, e eu não sabia como reagir a tudo isso, mesmo vendo tudo aquilo eu nunca fiz nada, eu não tinha força física e nem coragem e Bane muito menos, então eu preferia não me envolver, mesmo ele me pedindo às vezes, um dia forçaram ele a comer terra para só para verem o quão forte era a domino deles sobre Bane, então ele me pediu pra filmar, para ter provas contra eles, a princípio aceitei, mas na hora do recreio quando eles se reuniram para força-lo a fazer isso, eu não consegui filmar porque me escondi, e não quis me meter depois que repensei, assim que terminou eu disse a verdade a ele:

-Então filmou? ~Bane

-Não consegui, eles podiam me ver, e… ~Roko

-Tudo bem, afinal isso não é problema seu… ~Bane

Dizia ele enquanto cuspia o pouco de terra que ainda havia em sua boca, Bane sempre me desculpava, e sorria como se nada tivesse acontecido, ele parecia não ligar, e foi isso que eu pensei, eu não consegui ver que ele precisava de ajuda, até que um dia, Bane não aguentou mais, então quando cheguei à escola pela manhã, havia uma grande comoção no andar da nossa sala, muitas pessoas perto da varando, me aproximei pra ver o que estava a acontecendo, Bane…….Havia se jogado da varando do terceiro andar…..e morreu…por alguns segundos não consegui processar o que estava vendo, então eu não lembro de muito, só me lembro de já está em casa, e dá tutora me dizendo que não precisaria ir pra escola nos próximos dias, o caso foi dado como suicídio, e eu não fui ao velório de Bane, a tutora achou melhor evitar qualquer contato com essa experiência traumática, passei algumas semanas sem ir pra escola, semanas em que eu não comia, não saia do meu quarto, e não falava com ninguém, sempre com a memória viva de que eu havia visto meu amigo caminhar rumo a morte e não tentei parar ele, eu me culpava mas também culpava ele, como uma pessoa pode ser tão egoísta a ponto de ir embora mesmo sabendo que ainda existem outras pessoas que precisam dela?, agora me lembro, foi a partir daí que comecei a não me importar mais, pessoas vão e vem o tempo todo, mas é como se nada acontecesse pra mim, mesmo nunca tendo dito a ele, éramos sim melhores amigos, por que eu não fiz nada? por que ele se foi? por que ninguém fez nada? eu já me cansei de fingir que no vejo, que não sinto e que não me importo,cansei de ser um bebê chorão, agora eu tô com muita raiva, mesmo que agora eu tenha que me sacrificar, nunca mais quero ver alguém sofrendo e não ligar, eu não vou mais perdoar.

Então voltando a si, Roko agora com fúria nos olhos corria em direção aos monstros, desarmado e sem proteção, mas ele agora não estava mas tentando fingir não ver, por que agora ele havia escolhido se importar, então foi com se algo dentro dele estralace, ele então sentiu uma coragem imensa, era como se seu coração estivesse cheio de trovões, e sua mente cheia de borboletas, então a mão de Roko começa a brilhar forte como uma luz puramente clara, ele viu mas não tinha tempo para pensar sobre, então ele por algum motivo, direcionou a mão para os monstros, e um um canhão de luz dissipador envolveu todos os monstros e os destruiu com um forte clarão, iluminando toda a escola, a luz foi tão forte que mesmo a noite, parecia que por alguns segundos havia amanhecido

então logo em seguida Roko olhou em volta para ver se outros alunos estavam bem, enquanto isso o monstro chefe e a garota, viram o breve clarão e o monstro se distraindo por algum tempo deu um brecha que foi aproveitada pela garota, com uma rápida investida:

-TÉCNICA/PUNHO SUAVE-FORMA 1: ABSORÇÃO ENERGIA ~Millie

Então com as duas mãos energizadas com uma aura envolvente roxa, ela acertou a criatura com um golpe de impacto frontal, fazendo com que a mesma fosse arremessada para fora da escola atravessando a parede da biblioteca, e com a velocidade e força do impacto a criatura perde os braços e pernas, se desintegrando logo em seguida, enquanto isso Roko ajudava os outros a se levantarem, e a garota aparece indo em direção a eles:

-Ei, vocês estão bem? ~Millie

-Eu estou, mas eles eu não sei ~Roko

-O que foi aquele clarão? ~Millie

-Eu não sei dizer… ~Roko

OK vamos levar eles para fora daqui rápido ~Millie

Nem um dos dois deu muita importância para os tal “clarão” de Roko, afinal, já haviam lutado contra um monstro que se multiplicava, quase morreram e no final sobreviveram, o que eram um simples clarão reluzente na frente de tudo aquilo?!, então eles saíram da biblioteca pelo buraco gigante que o monstro fez ao ser jogado para fora da escola, assim que saíram colocaram os feridos sentados, e Millie fez uma ligação rápida, logo depois ela se dirigiu a Roko novamente:

Ei! Você sabe me dizer se alguém mais foi pego pela criatura? ~Millie

Ah agora que você mencionou, sim uma garota foi pega antes dos últimos dois ~Roko

Sabe me dizer se ele meio que, sugou tipo o espírito dela, ou algo do tipo? ~Millie

Sim, aquela coisa meio que levantou a garota e eu vi que ela ficou meio zombificada depois, algo como, roubo de força vital ~Roko

Você acabou de resumir tudo, bom logo o pessoal vai chegar, então não sai daqui vou procurar ela ~Millie

Que pessoal? Aliás, quem é você mesmo? ~Roko

Essas informações não são cruciais para nossa operação então não adiantaria eu te explicar ~Millie

Hum… ~Roko

Roko achou tudo aquilo suspeito, mas então ficou ali esperando o “pessoal” chegar, logo depois voltou a se lembrar dos seus poderes, e começou a analisar seu braço, e voltou ao momento em que tudo aconteceu, lembrou do que estava sentindo, e do que havia dito, “será que raiva e a chave para o meu poder? Tem algo haver com sentir ou fazer, esforço?”, pensou ele, não talvez não, quando menos percebeu pessoas diferentes começaram a chegar, então associou que esse devia ser o “pessoal” que a garota disse que viria, eram umas pessoas com fardas iguais todas eram preta e branco, cobriam até a boca e outras até o pescoço, as das pessoas que só iam até o pescoço, usavam máscaras para não mostrar sua identidade, eram mulheres e homens, conseguia-se saber pois pelo menos os cabelos ficavam expostos, então vários entraram na escola e outros continuaram do lado de fora, um se aproximou de Roko e perguntou se ele estava ferido, ele disse que não, a pessoa então tirou algo do bolso e lhe deu, e disse coma, Roko não sabia o que era aquilo então olhou, era fino porém opaco, parecia um caco de vidro, só que muito fino, então Roko não comeu, a pessoa então começou a se alterar e a dizer que seria forçado a fazer Roko comer, então Millie aparece e diz:

Eu ainda não acabei com ele, preciso tratar algumas coisas antes de apagar a memória dele.. ~Millie

Então ele se afastou e Roko ouvindo aquilo perguntou:

Vamos direto ao ponto, que organização secreta vocês são? ~Roko

Não sei do que você está falando, porém tudo será esclarecido o quanto possível, mas antes, você se lembra exatamente como ou o que foi aquele clarão?~Millie

Roko pensou em contar, mas ainda não confiava ainda naquelas pessoas, então disse:

Então é se eu disser que alguma daquelas pessoas tem poderes~Roko

Hum?~Millie

-OK, então alguém lá rompeu seu “selo de coragem” né, mas eu pensava que só com um grande sacrifício de coração que se podia obter o rompimento, bom me parece que não é só assim então, agora quem quer que seja não é mais uma pessoa qualquer, vou chamar a Sensei Rosália, ela vai saber o que fazer… ~Millie

//entendo então eles realmente fazem parte de algum tipo de organização secreta…//~Roko

Provavelmente amanhã você vai começar a entender, e por hoje é só…a é não apaguem a memória dele ok… ~Millie

Millie então pega aquilo que mandaram Roko comer das mãos dele, e enquanto sai diz:

-Ele não parece uma ameaça… ~Millie

Aquelas pessoas dispensam Roko do local levando os feriados, Roko então percebe que agora já está amanhecendo, e começa a ir em direção ao orfanato, pensando em que desculpa vai usar pra explicar aquilo tudo, fazendo um check-up em si mesmo para confirmar que não tem nenhum osso quebrado ou algum machucado, e por incrível que pareça, não tinha nem um arranhão, Roko se despede daquele dia, com algo diferente em seu coração, ele se sente um pouco menos vazio, dando uma breve olhada para traz enquanto andava sobe os raios de sol da manhã, pensando desta vez:

-//o que eu estou sentindo?, e como se isso tivesse sido um pouco divertido, que estranho, e como se eu estivesse livre de um peso que sempre carreguei, eu não pude fazer nada por ele, mas agora, agora por mas que eu não sinta, eu nunca mais vou fingir não ver…// ~Roko

Então depois de andar algumas quadras ele finalmente chega…

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora